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Como cheguei ao mundo dos eventos

Pra começarmos o blog, nada melhor do que falar um pouco da minha história e como cheguei ao mundo dos eventos.

Sempre fui uma pessoa muito pró-ativa, minha primeira lembrança é da segunda série do antigo primário, tinha uns 7 anos, a escola ia organizar uma festa portuguesa, imediatamente me envolvi e quando vi estava participando como figurante e também nos detalhes de planejamento, organização e ensaios. Lembro que foi uma delícia todo o processo. A festa foi linda e todos estavam animados!

De lá pra cá, na época eu nem percebia mas sempre estava envolvida em atividades extra curriculares, todas as peças teatrais relacionadas à história, atividades esportivas e culturais.

No ginasial organizava as torcidas, nos reuníamos em minha casa e fazíamos os pom poms. Nos dias de jogos, era integrante do time da escola de voley e basquete, quando não estava em quadra, estava na organização da torcida pelo time masculino.

No colegial, tive a boa sorte de estudar na Escola Técnica Federal de São Paulo, tínhamos jogos inter cursos (internamente na escola) e jogos entre escolas de diferentes estados, recebíamos os visitantes de outras escolas e também íamos participar representando nossa escola em outros estados, eram nossas “olimpíadas” . Atuava como técnica dos times de voley e basquete e obviamente na organização do evento recebendo os visitantes e trabalhando no dia do evento quando meu time não estava em campo.

Na faculdade, cursei Tecnologia da Informação na Universidade Mackenzie, tive a oportunidade de atuar na Comissão de Formatura, meu curso era noturno e trabalhava durante o dia como a maioria dos alunos. Lembro que fechamos o evento de formatura da faculdade pelo investimento mínimo possível e através de festas que realizávamos no decorrer do período até a formatura, conseguimos superar todas as expectativas dos formandos, agregando muito à festa contratada.

Na época pós faculdade, as viagens, passeios e festas da nossa turma eram sempre sugeridas, planejadas e organizadas por mim e algumas amigas próximas. Isso também ocorria nos ambientes de trabalho por onde passei, meu trabalho não tinha nada relacionado a eventos mas sempre que surgia um encontro, evento ou festa, eu me envolvia e liderava a organização.

Até que uma amiga que conheci na faculdade (que também pertenceu à comissão de formatura) e que havíamos trabalhado juntas no Banco Real, me chamou para trabalhar com ela, há poucos meses ela havia deixado a área de informática e lançara-se como fotógrafa de casamento.

Era um mundo totalmente novo, pra quem trabalhava com máquinas e programas de computadores, trabalhar com sonhos era uma mudança da água para o vinho. O que eu mais gostava no meu trabalho era atender os noivos, sonhar seus sonhos, ver a realização de tudo o que confidenciavam. Quando os noivos iam buscar as fotos após o casamento, contavam o que havia dado certo e o que havia dado errado, o que fariam diferente ou se fariam exatamente tudo igual.

Depois de algum tempo, saí da empresa e passei a ser consultora de negócios e eventos para empresas do mercado de eventos sociais de alto luxo, a consultoria foi realizada em praticamente todos os segmentos que envolvem um casamento, da organização à beleza (ver diaexclusivo.com.br).

Senti a necessidade de estudar mais, sempre fui muito “CDF”, ingressei em 2012 na primeira turma do MBA de Gestão de Eventos e Cerimoniais de Luxo da Universidade Roberto Miranda, visava aprender mais sobre eventos para melhor atender meus clientes.

No dia 11 de fevereiro de 2012, como em todos os anos, liguei para uma super amiga que aniversariava, havíamos trabalhado juntas por 8 meses na Fundação Getúlio Vargas.

Após o bate papo usual, ela me confidenciou que tinha uma festa de aniversário de 15 anos de sua filha em junho do mesmo ano, ou seja, 4 meses e não sabia por onde começar, só havia contratado o espaço da festa, ela nem lembrava que eu trabalhava nesse ramo, me ofereci para ajudá-la nessa empreitada, nem percebi que ali começava meu primeiro evento oficial.

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Após esse evento percebi que quando fazemos o que gostamos somos mais felizes, gostava dos meus trabalhos anteriores, sempre trabalhei com prazer, mas esse trabalho foi diferente, despertou minhas memórias afetivas do passado que acabei de contar pra vocês.

“O ideal de todas as pessoas é encontrar um emprego de que gostem (belo), que seja seguro financeiramente (benefício) e com o qual possam contribuir para a sociedade (bem).” (Josei Toda)

Espero que curtam e acompanhem o Blog. Conto com a participação de vocês com comentários, sugestões de pautas e críticas construtivas.

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